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Plantas Saudáveis

Quem não gosta de cultivar belas plantas e o mais importante, deixá-las belas e saudáveis o ano inteiro, alguns cuidados são fundamentais:  como evitar as correntes de vento, adubação, deixá-las sem água, mas também, não encharcá-las !!! 



A planta encharcada proporciona ambiente ideal para pragas de jardim, a planta seca perde folhas, secam as flores e muitas vezes não há recuperação.  Então vamos ver como proceder para evitarmos que a umidade prejudique as raízes e desenvolva pragas em sua plantinha.

Controle da Umidade na Planta



Cada espécie possui uma necessidade diferente de rega, também possui uma necessidade especial de umidade atmosférica. 
As plantas realizam os processos de respiração pelas folhas,  variando assim, a perda de água, em cada espécie, de acordo com a quantidade de poros para reter a água, influenciada pela idade da planta, tamanho etc.


Algumas plantas fecham seus poros, em locais muito secos, para evitar perdas de água como a seringueira-de-jardim  Ficus elastica, como é o caso dos ares condicionados.
Outras plantas necessitam de muita umidade como as samambaias e bromélias.

O nível de umidade do solo também é muito importante, as manchas negras nas folhas, por exemplo, é um forte indício de excesso de água no solo. 



Vamos ficar atentos e estudar um pouco sobre as necessidades de sua planta para mantê-la sempre bela, seja no ambiente interno ou externo.








Instalação Segura



Alguns problemas são recorrentes e na maioria das vezes, podem ser evitados com um projeto bem elaborado.
Dentre eles estão as sobrecargas nos componentes elétricos, que culminam em choques elétricos, curtos-circuitos, acidentes e até mesmo em incêndios de grandes proporções. 

Conheça os principais erros que comprometem a instalação elétrica: 



Erro nº 1: Não contratar profissionais habilitados, qualificados e capacitados - É o primeiro grande erro quando o assunto é instalação elétrica, já que a não contratação de um engenheiro eletricista habilitado e qualificado resultará na ausência de um projeto elétrico elaborado corretamente. 
E a falta de um eletricista capacitado para a execução do serviço culminará em um trabalho mal feito;

Erro nº 2: Não ter um projeto elétrico elaborado corretamente - Todo imóvel residencial deve ter um projeto elétrico preparado de acordo com a norma técnica NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. 
Esse fator, aliado à execução correta do projeto, contribui para o funcionamento seguro e adequado de todos os componentes da instalação;

Erro nº 3: Fazer a ligação de entrada através de ‘gatos’ - É um dos problemas mais comuns e também um dos que geram grande número de acidentes fatais, pois essas ligações clandestinas são feitas principalmente por pessoas que não utilizam equipamentos de proteção individual e geralmente desconhecem os conceitos fundamentais de uma instalação elétrica
A ligação da entrada de energia do imóvel (também conhecido como padrão de entrada) deve ser solicitada junto a concessionária de energia de cada cidade e obedecer rigorosamente as suas instruções. 

Erro nº 4: Usar cabos PP (500 ou 750 volts), Paralelo ou Torcido (300 volts) nas instalações elétricas fixas - A utilização desses condutores elétricos em instalações fixas está proibida desde a última revisão da norma da ABNT NBR 5410, que está em vigor desde 2004. 
Isso porque esses cabos são destinados apenas para a ligação de equipamentos eletroeletrônicos ou em extensões para a ligação temporária de aparelhos. Além disso, eles não possuem propriedade antichama. 

Erro nº 5: Falta de aterramento - Segundo a NBR 5410, o sistema de aterramento é um item de proteção obrigatório. 
Ele oferece um caminho para que as descargas elétricas que poderão ocorrer no local sejam adequadas e seguramente conduzidas pela instalação, além de proteger as pessoas contra choques elétricos. Ele também é um item fundamental no sistema de proteção contra a queima dos componentes da instalação e dos equipamentos eletroeletrônicos. 
Lembre-se também que o condutor de proteção (fio terra) deve ser instalado em todos os circuitos elétricos, inclusive nos circuitos de iluminação. O fio terra é identificado pela cor verde ou verde com listras amarelas. 

Erro nº 6: Uso inadequado de benjamins e extensões - Os benjamins e extensões, geralmente, aumentam em até três vezes ou mais a quantidade possível de ligação de equipamentos em uma única tomada, sendo que a tomada existente no ponto onde será ligado o benjamim e o cabo elétrico que alimenta esse ponto foram planejados para suportar uma corrente elétrica determinada, que poderá ser ultrapassada no caso da ligação de vários aparelhos que não estavam previstos. 
O resultado disso é o aquecimento do circuito elétrico, o consumo elevado de energia e as sobrecargas. 
A solução nesse caso é especificar uma tomada para cada aparelho elétrico. Numa sala de TV, por exemplo, onde são ligados diversos equipamentos pode-se prever, por exemplo, quatro tomadas em uma única caixa. Caso isso não seja possível, então o usuário deve estar atento para não ligar uma carga no benjamim ou na extensão superior ao que poderia ser ligado em uma só tomada. Consulte um profissional para orientar sobre esse assunto. 

Erro nº 7: Fios e cabos elétricos que ficam soltos e espalhados - Além de depreciar a construção, os riscos de curtos-circuitos e incêndios são constantes, fora a possibilidade de as pessoas sofrerem choques elétricos ou tropeçarem nos condutores elétricos. 
Por isso, os fios e cabos elétricos devem sempre ser instalados dentro de eletrodutos, canaletas ou outros componentes específicos para essa finalidade. 

Erro nº 8: Ausência de tomadas de uso específico - Equipamentos de alta potência como ar condicionado, torneira elétrica, forno elétrico, geladeira, entre outros necessitam de uma tomada de uso específico. 
Na falta delas poderá haver sobrecargas nas tomadas que são utilizadas e que não foram destinadas ao uso com potências elevadas. 

Erro nº 9: Aquisição de fios e cabos “desbitolados” - Além de irregulares (não estão de acordo com as normas técnicas da ABNT e não possuem certificação), esse tipo de material compromete a instalação elétrica, já que eles possuem menos material que o recomendado pelas normas. Fique atento também, pois existem muitos desses produtos que possuem o selo do Inmetro, o endereço e o telefone do fabricante que são falsos. Por isso, prefira materiais de marcas reconhecidas no mercado. 
Por serem subdimensionados, haverá o aquecimento dos condutores, as perdas de energia e o aumento na conta de luz. 
O material ainda pode resultar em queda constante dos disjuntores, curtos-circuitos e incêndios. 

Erro nº 10: Disjuntores não compatíveis com fios e cabos elétricos - Um problema muito sério é quando a corrente nominal do disjuntor não é compatível com a capacidade de condução de corrente dos cabos elétricos. 
Em muitos casos, coloca-se, erroneamente, um disjuntor muito acima da capacidade dos condutores, o que significa que não haverá a correta proteção dos cabos em condições de sobrecarga ou curto-circuito, colocando assim a instalação em risco de incêndios e acidentes em geral. 

Erro nº 11: Não instalação do Dispositivo DR - A falta desse componente obrigatório afeta a segurança das pessoas que moram ou trabalham no local, pois o DR protege as pessoas contra os choques elétricos. 
Nos circuitos dos ambientes que podem ser molhados como a cozinha, banheiros, áreas de serviço, entre outros, devem ser previstos DRs de alta sensibilidade (menor ou igual a 30 mA). Sua instalação também é obrigatória em saunas e piscinas. 

Erro nº 12: Falta de manutenção preventiva - A prevenção é sempre o melhor remédio para garantir a segurança e a qualidade da instalação elétrica. 
A primeira revisão da rede elétrica do imóvel deve ser feita, no mínimo, dez anos após o término de sua instalação. Depois disso, é fundamental verificar tudo a cada cinco anos pelo menos. Fonte:tribunadabahia.com.br , maravilhosa matéria, parabéns aos responsáveis, imagens google.

Automação no Design de Interiores






Cada vez mais este assunto torna-se mais e mais relevante, seja pela questão de sustentabilidade e meio ambiente, seja pelo aspecto tecnologia a serviço da comodidade.
 A automação residencial utiliza a tecnologia para facilitar suas tarefas cotidianas, em casa. 







No ambiente corporativo, visa economia, melhoria na qualidade do trabalho dentre outras vantagens. Empresas especializadas e profissionais qualificados,devem ser o prmeiro ítem a ser analisado. A engenharia de automação veem se destacando por atuar em prol da acessibilidade, assunto este muito discutido e cada vez mais obrigatório em projetos.
Mas falando em decoração de interiores, vejamos o que pode ser controlado remotamente. 

As empresas especializadas com técnicos engenheiros especialistas na áreas estão se destacando e buscando sempre novas tecnologias.



Os sistemas de automação podem controlar luzes  por intermédio de dimmers;

Abrir ou fechar as cortinas ou persianas,  o acionamento de ar condicionado;
 Para realizar um sistema de automação residencial é necessário ter um controle central, do qual partem os cabos que irão até os aparelhos automatizados. O controle de cenários ou dos equipamentos individuais pode ser feito por painéis fixos nas paredes, os chamados keypads, ou até mesmo por aparelhos wireless, como celulares ou tablets,  bastando baixar pela internet os aplicativos fornecidos pelos instaladores. Hoje já existem produtos que funcionam exclusivamente com aparelhos wireless, evitando assim a quebradeira de estruturas;

A integração com smartphones e tablets  permitindo  utilizar todos os comandos em um único aparelho portátil e móvel;

Necessita-se ter uma infra-estrutura adequada, e por isso um projeto de automação é imprescindível;

Cabeamento estruturado, padronizando o cabeamento residencial com um  tipo de rede (independentemente de seu tipo: telefonia, internet,etc) minimizando custos de operação. Todo os sinalizações de dados, voz (telefonia), multimídia (som ambiente ou vídeo) podem ser transmitidas através do mesmo cabo de mesma infra estrutura (tomadas, conectores, painéis);

Controle de aquecimento,ar condicionado ou aquecimento de piso, permitindo regular a temperatura em cada ambiente;

Monitoramento e abertura de porta através de uma senha ou da biometria;
Integração total no home theater, possibilitando compor dos cenários com cortinas, luzes, áudio, vídeo e telefonia;

 Controle de cortinas e persianas podem serem programadas para escurecer salas ou abrir em determinado horário pré-programado.

Coworkings


Os adeptos ao trabalho remoto estão sempre buscando novas alternativas para realizarem seu ofício de forma  produtiva; exigentes, e cheios de criatividade são  eles os startupers, profissionais liberais e empreendedores. 
Com base nessa análise surgiu o coworking, há muitos anos, na Europa e agora, no Brasil vem se estabelecendo e criando força. As pessoas compartilham o espaço, o lazer, muitas vezes este último, item indispensável, o café, a internet, e cada um dentro da sua atividade e seu ramo de atuação. 




Em geral a proposta é sempre a inovação, sustentabilidade, compartilhamento de informações e muita troca de experiência. 
DEntro desta proposta a intenção é utilizar materiais reciclados, de demolição e alta eficiência energética.





São espaços despojados, modernos com decoração, móveis e uma iluminação próprios e bem descontraídos. Propicia o trabalho com prazer e ao mesmo tempo produtivo, considerando que em casa a concentração nem sempre é das melhores !!!!




Bom trabalho !!!